A Princesa Guerreira


 

 

 

 

 

  

     Era uma vez uma princesa chamada Leila, que tinha cabelo castanho, olhos verdes e umas sardas que lhe salpicavam o rosto. Trajava um vestido verde com uma gola vermelha, bordada, e trazia sempre às costas um saco de flechas encantadas.

     O seu pai, desde menino, tinha uma espada mágica que utilizava nas grandes batalhas e, m dia, roubaram-na. Foi o Ogre malvado. A princesa ficou indignada e decidiu ir procurar a espada com a sua amiga ninfa. Ninfa tinha cabelo azul-escuro e ondulado, olhos azuis e uns lábios lindos e cor de água.

     Para saírem da cidade tinham que passar por um labirinto onde encontraram um belo Pégaso de asas bem brancas que as levou a uma floresta.

     A Floresta era sombria, muito escura, não se via um palmo à frente e estavam todas cheias de medo, quando, de repente, apareceu um fantasma que reluzia e iluminava a floresta inteira. Era assustador e a princesa, mas se contendo, lançou uma flecha e ele desmanchou-se em estrelas. A princesa apanhou duas estrelas e deu uma à ninfa para iluminarem o caminho.

 

 

 

 


    

 

     Quando chegaram ao deserto depararam-se com areias leves e reluzentes que voavam a cada rajada de vento que ia e vinha. Finalmente, encontraram as pirâmides. A Ninfa, entretanto, foi buscar água e a princesa e o Pégaso entraram na maior das pirâmides. De repente, depararam-se com uma espada de metal trabalhado, com um punho de ouro onde estava encrustada a mas bela das esmeraldas.

     Mas antes de eles se irem embora, o ogre apareceu e prendeu-os com algemas às pedras das pirâmides. A ninfa surgiu de repente, tirou a chave das algemas ao ogre e soltou-os. Pegaram na espada e foram-se embora.

     O Rei ficou muito feliz e o ogre ficou preso na pirâmide.

Inês B e Beatriz G